Este espaço é dedicado aos amantes da Literatura, em especial Brasileira e Portuguesa, e as demais formas de Arte, maiores e menores. O desenho, a pintura, as HQ (ou Banda Desenhada, os famosos gibis), a escultura, a música, o cinema, o teatro, e as mais diversas expressões artísticas, que fazem do ser humano algo mais semelhante ao seu Criador, devem e estarão presentes aqui.
Sintam-se à vontade, pois, para adicionarem suas ideias, sugestões, críticas, exposições criativas, opiniões que julgarem válidas e necessárias, respeitando, claro, as normas de boa conduta e civilidade. Há regras determinadas pelos mantenedores do site. Ética e educação são fundamentais para o prosseguimento deste empreendimento que agora se inicia.
Um abraço aos amigos.
Miguel Pretel Schaff - Bruxo-Poeta
AS ARTES – VIAGEM PELA HISTÓRIA HUMANA
ResponderExcluirAs Artes em geral, maiores e menores, representam mais do que nossos dicionários informam. Não são apenas “um conjunto de regras para a perfeita execução de qualquer coisa; ofício, profissão. Astúcia, indústria, habilidade”, ou ainda “capacidade que tem o ser humano de pôr em prática uma idéia, valendo-se da faculdade de dominar a matéria”. A Arte é tudo isto e mais, muito mais. Foi e é através da Arte que o ser humano demonstrou e demonstra a sua evolução na jornada civilizatória no planeta Terra. Os aspectos múltiplos podem ser observados numa variadíssima gama de aspectos e áreas que se intercalam, conectando-se de forma indelével. Percebe-se sua influência no social, no cultural, no religioso, no político, em campos que, aparentemente, nada têm em comum, mas graças a ela, a Arte, acabam se irmanando fortemente, como elos de uma mesma corrente. Vamos descobrir isto aqui, numa pequena e resumida “viagem no tempo”, uma rápida viagem pela história humana. Boa viagem!
A PINTURA E A ESCULTURA – PRIMEIRAS EXPRESSÕES DA ARTE
ResponderExcluirPodemos dizer que a Arte surgiu na Pré-História, inicialmente com a pintura e a escultura. Mais especificamente teria aparecido na Idade da Pedra, durante o período Paleolítico Médio, conhecido também por Idade da Pedra Lascada. Alguns autores, só para registrar, afirmam que tal utilização se deu bem antes, no Paleolítico Inferior. Mas não vamos entrar nessa disputa palearqueológica. Há fortes indícios, porém, segundo a maioria dos especialistas, de que durante o Paleolítico Médio surgiram as duas primeiras formas de arte que a humanidade conhece. Os seres daquela época teriam começado a utilizar ossos para fabricar seus utensílios, tendo surgido arpões de diferentes formatos, pontas de lança e de flecha, machados delgados (as “facas” pré-históricas) afiados, raspadeiras, agulhas, cinzéis, usados para esculpir. Ainda usam muito a pedra lascada. Descobrem que o fogo tem outra utilidade, além de aquecer e espantar os animais perigosos: aquecendo a pedra, fabricaram os primeiros utensílios, como os tais machados. Nas paredes de cavernas como Altamira, na Espanha, e Lascaux, na França, pinturas belíssimas impressionam a todos, pelo realismo e nitidez das cores utilizadas. Ficou provado que sua idade ultrapassava milhares de anos. Para alguns autores, tais pinturas tinham um fundo de magia, pois os seus pintores queriam representar cenas de caçadas, onde grande número de animais era abatido, expressando assim a sua vontade de que o fato se concretizasse. Para outros, a explicação mais simples: os pintores apenas retrataram os fatos que realmente aconteceram.
7.A ESTRUTURA DA BOLHA DE SABÃO. Lygia Fagundes Telles. Sucesso no Brasil e no exterior. “Prodigiosa força e sutileza... Envolvimento e fascínio.” Le Figaro, França. Oito contos notáveis e comoventes de uma das maiores escritoras brasileiras. Da adolescente burguesa em plena Segunda Guerra ao homem que conduz o amigo pela cidade até atirá-lo no rio, a autora desvenda, com grande maestria, os mais profundos segredos da alma humana. 192 páginas.
ResponderExcluir8.A FALTA QUE ELA ME FAZ. Fernando Sabino. Os pequenos mal-entendidos que povoam nossas vidas e a irrupção do inesperado no cotidiano. Com tom leve, traço humorístico e senso crítico, um dos mais populares cronistas brasileiros apresenta histórias deliciosas, como “O último cigarro”, “Falando sozinho”, “Psicopata ao volante”, entre outras. 228 páginas.
9.A GRANDE MULHER NUA. Luís Fernando Veríssimo. Nesta seleção de crônicas humorísticas e charges, o autor chama a atenção do leitor para o avesso das coisas. São textos deliciosos sobre a preguiça, os frutos do ócio, a discriminação, os cursinhos vestibulares, etc. Uma demonstração sutil e penetrante da porção de absurdo presente nas noções mais banais e aceitas. 190 páginas.
10.A LUNETA MÁGICA. Joaquim Manuel de Macedo. As hilárias aventuras de um rapaz ingênuo. Simplício ganha um monóculo mágico, que lhe permite ver a alma das pessoas, desmascarando sua hipocrisia. 240 páginas.
11.A MADONA DE CEDRO. Antonio Callado. Roubo e mistério em Minas Gerais. O eterno confronto entre a ética e a ambição. Um roubo misterioso agita Congonhas do Campo. É lá que vive Delfino, jovem negociante de artigos de pedra-sabão. Um dia, em visita ao Rio de Janeiro, conhece Marta, por quem se apaixona. Para se casar com ela, no entanto, precisa conseguir dinheiro para comprar uma casa. Apaixonado e sem dinheiro para casar-se, aceita a proposta de um rico colecionador, aficionado por arte barroca, e rouba de uma das igrejas da cidade uma imagem da madona esculpida por Aleijadinho. As conseqüências do crime só vêm à tona muito tempo depois. Uma obra eletrizante! 211 páginas.
12.A MÃO E A LUVA. Machado de Assis. Pode o amor nascer da conveniência? É o que questiona esta obra envolvente, que narra com brilhantismo o relacionamento entre Luís Alves e Guiomar. Em “A mão e a luva”, o autor cria uma galeria de personagens típicos da época e apresenta o amor como resultado da afinidade de temperamentos. 104 páginas.
13.A MORENINHA. Joaquim Manuel de Macedo. Um dos mais populares e deliciosos romances do romantismo. Augusto, um jovem estudante, aposta que nenhuma mulher o faria se apaixonar por mais de 15 dias. Mantém-se fiel a seus propósitos até que conhece Carolina, uma linda moreninha... Com ingredientes típicos de um bom folhetim, Macedo desvenda o Rio do século XIX: os tabus, os costumes, a vida estudantil, a condição feminina. Uma das mais belas e populares obras do Romantismo brasileiro. Leitura envolvente. 172 páginas.
14.A MULHER EM FLAGRANTE. Leon Eliachar. A guerra dos sexos em 62 histórias, nas quais o autor faz uma indiscreta peregrinação pelo cotidiano das grandes cidades, mostrando a intimidade dos casais. Os mitos e os tabus da sexualidade constituem o tema básico do qual o autor extrai a matéria para seus achados cômicos e sua crítica. 168 páginas.
ResponderExcluir15.A NOVA CALIFÓRNIA. Lima Barreto. As histórias consagradas que deram origem à novela “Fera Ferida”. Quatro narrativas surpreendentes, irônicas. A que dá título ao livro conta as aventuras de um alquimista excêntrico, que causa rebuliço, ao chegar a um vilarejo carioca. 204 páginas.
16.*A NOVA MULHER. Marina Colasanti. O comportamento da mulher emancipada no trabalho, no lar, na amizade e no amor. A autora mostra os desafios, conflitos, derrotas e vitórias que permeiam o cotidiano da mulher brasileira de hoje. Uma obra que comprova a lucidez da autora. 256 páginas.
17.A PALAVRA NUNCA. Eric Nepomuceno. Contos curtos, exatos, impressionantes. Uma obra densa e tocante. Nas 24 histórias aqui reunidas, 24 contos magistrais, o autor mescla uma acirrada denúncia política e uma profunda análise psicológica. Uma visão diferente do Brasil e do mundo. 144 páginas.
18.*A QUEDA PARA O ALTO. Herzer. Sensível, rebelde, desajustada, Sandra Maria Herzer suicidou-se aos vinte anos de idade, depois de uma vida intensa como menor delinqüente e inúmeras tentativas de reintegrar-se à sociedade. Um testemunho contundente sobre o menor abandonado. 242 páginas.
ResponderExcluir19.A ROSA DO POVO. Carlos Drummond de Andrade. Escritos entre 1943 e 1948, os poemas de “A rosa do povo” constituem um dos momentos mais altos da obra de Carlos Drummond de Andrade. Neste livro, permeado pelo compromisso poético, com as questões políticas e sociais, a atitude do poeta é mostrar a presença dessas realidades no cotidiano e ligá-las intimamente ao destino do indivíduo. A indagação prevalece sobre as certezas; e a inquietação diante do mundo se transforma em busca de formas novas e de um lirismo renovado através da linguagem e dos temas. E a própria poesia é objeto de indagação, como no extraordinário “Procura da poesia”. Entre os poemas, vale a pena citar obras-primas como “A flor e a náusea”, “Nosso tempo”, “Resíduo”, “Versos à boca da noite”, “Indicações”, “Os últimos dias”, entre outras. Um marco na poesia brasileira. 206 páginas.
20.*A SABINADA. Paulo César Lima de Souza. A luta por um novo regime e uma sociedade mais justa.Uma utopia no Brasil Império. Em 1837, Salvador foi dominada por rebeldes que proclamaram a independência da Bahia. Com apoio da população pobre, os revoltosos liderados por Francisco Sabino Vieira defendiam não só um novo regime, mas, sobretudo, justiça, inspirados nos elevados ideais das revoluções Francesa e Americana. Utilizando-se de documentos históricos e de fartas referências, o livro descortina um panorama geral desse movimento, com a sangrenta derrota e a repressão que se seguiu. E vem resgatar um importante episódio do Brasil Império, que deixou como saldo um exemplo e uma lição. 260 páginas.
ResponderExcluir21.A SALA DO JOGO. Eduardo Alves da Costa. Seis contos com a magia do fantástico. Conheça um mundo onde o que acontece não é exatamente o que parece ser. 242 páginas.
22.A TERCEIRA EXPEDIÇÃO. Daniel Fresnot. O Brasil com as cores do apocalipse. Após catástrofe nuclear, três expedições partem do sul em busca de sobreviventes. Emocionante, diferente, um livro inovador na literatura brasileira. 170 páginas.
23.A VIDA ETERNA DO MAJOR TABORDA. Josué Montello. Defrontando-se com o progresso da capital do Maranhão, o Major Taborda relembra sua vida. 12,5 x 21,1cm. 298 páginas.
24.AS HORAS NUAS. Lygia Fagundes Telles. Um fascinante mergulho no universo feminino feito pela excelente autora. Atriz decadente e solitária relembra seus amantes e as glórias do passado. O misterioso desaparecimento de sua psicanalista dá um toque policial a este belíssimo romance. 202 páginas.
ResponderExcluir25.AS MENINAS. Lygia Fagundes Telles. O retrato de três moças modernas. Unidas pela amizade e pelo medo, estão expostas aos apelos da política, do sexo e da droga. Com um profundo senso de observação psicológica, a autora mostra os conflitos, esperanças e desilusões de suas personagens, até um desfecho trágico e irônico. 248 páginas.
26.AS QUATRO VIRGENS E A CORRENTE DE TREWIS SCOTT. Roberto Schneider. Uma gozação total das famosas “correntes da felicidade”, que prometem o céu a seus seguidores e o inferno na terra aos que interrompem sua participação. Através de uma série de contos irreverentes, surgem as aventuras de alguns personagens curiosíssimos. 192 páginas.
ResponderExcluir27.AS TRÊS MARIAS. Rachel de Queiroz. Três mulheres, três vidas, três destinos. Maria Augusta, Maria da Glória e Maria José conhecem-se ainda meninas no colégio interno. Inseparáveis, compartilham as descobertas, as conquistas e os temores do crescimento: a repressão das freiras, as amizades, os primeiros amores, os desejos proibidos, a ânsia de liberdade... 165 páginas.
28.AS VALKÍRIAS. Paulo Coelho. Em busca do Anjo da Guarda, eles romperam todos os limites. O “mago” Paulo Coelho narra, de forma envolvente, a busca de seu Anjo da Guarda. O autor e sua esposa foram ao deserto do Mojave, onde realizaram rituais mágicos com mulheres iniciadas. 240 páginas. Além do livro, foi lançado conjunto de quatro fitas cassete narradas pelo autor, com trilha sonora de Roberto Menescal, em forma de talk book.
29.AMAR, VERBO INTRANSITIVO. Mário de Andrade. Ela fora contratada para dar lições de amor e sexo a um adolescente, mas descobriu ternura e paixão. Nesta história, o preço de uma lição e um painel de São Paulo nos anos 20. Um grande romance do autor de “Macunaíma”. Mário de Andrade classificava esta obra como “idílio”, dando ênfase ao processo de educação sentimental e sexual narrado por “Amar, verbo intransitivo”. Na São Paulo de 1927, o milionário Souza Costa contrata Elza, uma alemã culta e desempregada, para ensinar a seu filho Carlos, de dezesseis anos, as primeiras lições da vida sexual. Elza assume o posto de governanta das crianças, dando aulas de piano a Carlos e suas irmãs menores. Pouco a pouco, vai envolvendo Carlos. Os dois começam a se encontrar à noite, no quarto de Fräulein Elza. No entanto, ela se surpreende ao se ver, também como Carlos, entregue à paixão. Mas a missão foi cumprida, e o contrato tem de acabar. O jogo se transforma em realidade. Nesse romance extraordinário, Mário de Andrade constrói um painel dos hábitos e valores da burguesia paulista da década de 20, com ironia e lirismo. Renovando a prosa brasileira, Mário de Andrade faz deste livro um marco de nossa literatura. 160 páginas.
30.ANA EM VENEZA. João Silvério Trevisan. A arte e a identidade brasileira. Uma obra que pensa o Brasil. O autor discute a arte e a identidade nacionais a partir de um encontro imaginário entre a mãe do escritor Thomas Mann, a ex-escrava Ana e o músico Alberto Nepomuceno. No século XIX, aos seis anos, Julia – futura mãe do escritor Thomas Mann – deixa Paraty para viver na Alemanha. A ex-escrava Ana a acompanha, mas foge com um pintor. Anos depois, o encontro de Ana, Julia e o músico Alberto Nepomuceno trará repercussões profundas a todos. Prêmio de melhor romance de 1994 da APCA– Associação Paulista dos Críticos de Arte e Prêmio Jabuti de ficção: um dos três melhores livros de 1994. 580 páginas.
31.ANARQUISTAS, GRAÇAS A DEUS. Zélia Gattai. A autora recria a São Paulo das primeiras décadas do século XX e revive o ambiente de uma família de anarquistas. Um grande êxito na televisão, também. 248 páginas.
32.ANTOLOGIA POÉTICA. Vinícius de Morais. Lirismo e sensualidade de um autor comprometido com a revelação amorosa da vida. Uma centena e meia de poemas de um dos mais populares poetas brasileiros. 274 páginas.
33.ASFALTO SELVAGEM – Vol. 1. Nélson Rodrigues. Um retrato desmistificador da moral da classe média brasileira através da história de Engraçadinha, seus amores e seus pecados, dos 12 aos 18 anos. Uma visão da força incontrolável do sexo. 240 páginas.
ResponderExcluir34.ASFALTO SELVAGEM – Vol. 2. Nélson Rodrigues. O retrato impiedoso dos preconceitos e da repressão moral da classe média. Engraçadinha – Seus amores e seus pecados depois dos 30. Segunda e última parte desta tragédia carioca em que os preconceitos, as convenções e a frustração caem diante dos impulsos da sexualidade. Aos trinta anos, Engraçadinha vive a monotonia de um casamento sufocado pelas limitações impostas ao desejo e ao sexo. Apesar dos seus conflitos diante da fidelidade do marido, Engraçadinha apaixona-se por Luís Carlos, um jovem atraente, membro do cerimonial do Itamarati. E mantém seu romance às escondidas, levando uma vida dupla, em que o desejo triunfa sobre o sentimento de culpa. Sob a capa do conformismo, a família vive num ambiente tenso. Dos filhos de Engraçadinha, Durval é fixado na mãe e Silene perde a virgindade com Leleco, um rapaz tido como homossexual, que mata um amigo que queria violentá-lo. Entra em cena, então, o juiz Quintela, que se propõe ajudar Leleco com o objetivo de se aproveitar de Engraçadinha. Adultério, escândalos, hipocrisia e crime, num romance realista de alta tensão dramática. 384 páginas.
35.*BARRA PESADA. Octávio Ribeiro. Uma importante coletânea de reportagens que desvendam o submundo do crime, focalizando o bandido Mineirinho, o caso de Dana de Teffé, os detetives Perpétuo e Le Cocq, criadores do Esquadrão da Morte, e outros casos sensacionais. Com 70 fotos. Formato: 12,5 x 21,1cm. 344 páginas.
ResponderExcluir36.BAÚ DE OSSOS. Pedro Nava. Memórias de um homem que viveu profundamente o seu tempo, ligando-se a grandes personalidades da arte e da política. Uma espécie de levantamento sensível da família patriarcal. Formato: 12,5 x 21,1cm. 416 páginas.
37.BEBEL QUE A CIDADE COMEU. Ignácio de Loyola Brandão. Os caminhos tortuosos seguidos por uma garota em busca do sucesso a qualquer preço. Formato: 12,5 x 21,1cm. 328 páginas.
38.BENJAMIM. Chico Buarque. Uma narrativa alucinante, hipnótica, magistralmente construída. Um talento literário, consolidado numa história ritmada e original. No momento em que está sendo fuzilado, Benjamim repassa sua trajetória e os acontecimentos que o conduziram à morte. Em ritmo vertiginoso, cinematográfico, ele revê a sua obsessão por uma garota – uma fixação que o leva tanto à resolução do enigma de sua vida quanto à sua própria aniquilação. Um romance inquietante que confirma o talento literário de Chico Buarque. Conforme a Folha de S.Paulo: “Nos detalhes de estilo, na precisão da frase, um livro impecável”. Formato: 12,5 x 21,1cm. 133 páginas.
39.BOCA DE LUAR. Carlos Drummond de Andrade. Uma seleção de 51 das melhores crônicas de um dos maiores poetas brasileiros. O autor lança-se ao jogo da fantasia e descobre os aspectos líricos, cômicos e absurdos de nossa condição. Drummond convida o leitor a se libertar do peso do hábito e a ver com olhos livres a vida. 200 páginas.
ResponderExcluir40.BRIDA. Paulo Coelho. Descubra os segredos das feiticeiras. Uma história reveladora e envolvente, que mostra a trajetória da irlandesa Brida O’Fern, desde os primeiros passos no caminho da magia até finalmente ser iniciada na Tradição da Lua. Além do livro, em separado, foi lançado um conjunto de cinco fitas narradas pelo autor (talk book), com trilha sonora de Oswaldo Montenegro.
41.CAETÉS. Graciliano Ramos. Crítica social e sondagem psicológica, no drama de um homem apaixonado. Uma obra-prima da literatura brasileira. Formato: 12,5 x 21,1cm. 234 páginas.
42.CAMINHO DE PEDRAS. Rachel de Queiroz. Uma história de amor, luta e perigo. Na década de 30, o jornalista Roberto abandona o Rio de Janeiro para participar do movimento comunista de Fortaleza, sua cidade natal. A difícil convivência com os operários e os riscos da militância mesclam-se com a paixão proibida pela mulher de um companheiro de partido. 146 páginas.
43.CAMINHOS CRUZADOS. Érico Veríssimo. Segredos familiares, dramas ocultos, amores impossíveis... Após ganhar na loteria, o coronel Pedrosa sai do interior e instala-se com sua família na capital gaúcha. Os prazeres e armadilhas da cidade grande abalam a aparente harmonia e paz de seu dia-a-dia. 289 páginas.
44.CAMPEÕES DO MUNDO. Dias Gomes. Terrorismo, tortura, futebol: o painel dilacerado de todo um período. Uma síntese da história política do Brasil, de 1964 a 1979. Nesta peça de sucesso, Dias Gomes focaliza a ação da esquerda, discute o sentido do terrorismo e mostra o panorama de uma nação dilacerada entre seqüestros, a repressão, a tortura, a euforia do futebol, com a conquista do tricampeonato mundial em 1970. Toda essa atmosfera é captada com grande agudeza pelo autor de “O pagador de promessas”. Narrada pelo processo de “flashback”, “Campeões do mundo” tem como ponto de partida o retorno de Ribamar, um terrorista exilado, seu reencontro com Tânia, companheira de militância. Os dois refletem sobre o propósito de suas ações passadas e se interrogam sobre as novas perspectivas políticas. Pouco a pouco, surgem outros personagens: um embaixador seqüestrado, os terroristas Carlão e “Velho”, o empresário Muller, pai de Tânia. Divididas em dois grandes painéis dramáticos, as cenas alternam-se entre o refúgio dos terroristas, as passeatas populares, o episódio da prisão e o ambiente burguês dos Muller. Um exemplo do teatro engajado que requer a simpatia e a participação do espectador. Mais um triunfo na carreira vitoriosa de Dias Gomes, quer no teatro quer na televisão. 144 páginas.
ResponderExcluir45.*CANCIONEIRO DA BAHIA. Dorival Caymmi. Beleza e mistério nas canções de um dos maiores compositores brasileiros. São partituras e letras de 96 canções, que vão do samba à modinha. 224 páginas.
46.CAPITÃES DA AREIA. Jorge Amado. Vigoroso retrato de meninos de rua, traçado com maestria e sensibilidade pelo escritor baiano. O mundo dos menores abandonados de Salvador, que sobrevivem com o único recurso que lhes resta: o assalto. Na história dos capitães da areia, o autor mostra a solidariedade que os une, a hipocrisia dos burgueses e a repressão violenta da polícia. Um dos melhores livros de Jorge Amado. 244 páginas.
47.*CARTAS DA PRISÃO. Frei Betto. As cartas e mensagens escritas por Frei Betto durante o período em que esteve preso por motivos políticos na década de 70. Um documento social e político, que desvenda uma época sinistra da nossa história. Uma denúncia que comove. 242 páginas.
48.CHÃO DE MENINOS. Zélia Gattai. Memórias da mulher de Jorge Amado. A trajetória do casal nos anos 50 e 60. 222 páginas.
ResponderExcluir49.*CHATÔ – O REI DO BRASIL. Fernando Morais. A vida vertiginosa de um dos mais poderosos brasileiros. A narrativa da vida de um verdadeiro imperador! Chamado de chantagista e ladrão, mas também de empreendedor e pioneiro, dono de um império, Assis Chateaubriand sempre agiu como se estivesse acima do bem e do mal. Dono de quase cem jornais, revistas, estações de rádio e televisão, associou sua trajetória à vida cultural e política de nosso país entre 1910 e 1960. Esta biografia acompanha a sua saga, num assombroso mergulho na história recente do Brasil. Prêmio Luiz Viana Filho, da Academia Brasileira de Letras. Ilustrado com fotos. 732 páginas. Também em talk book (quatro fitas cassete narradas pelo autor, num total de 4 horas).
50.CLARISSA. Érico Veríssimo. Na pureza de uma garota, um sopro de vida e alegre renovação. A visão lírica de uma menina que se transforma em mulher. Clarissa, uma mocinha interiorana, muda-se para uma pensão de Porto alegre onde vivem personagens amarguradas, frustradas e solitárias. Com sua vitalidade, alegria, vivacidade e bondade, ela transforma para sempre a vida de todos, operando verdadeiras metamorfoses nessas “almas mortas”. Por fim, conhece o amor. Mescla de drama de costumes e intimismo. 197-202 páginas.
A PINTURA E A ESCULTURA – PRIMEIRAS EXPRESSÕES DA ARTE - CONTINUAÇÃO
ResponderExcluirPassando para o Paleolítico Superior, as pinturas e as esculturas realistas cedem lugar às pinturas figurativas. No Paleolítico Médio, os artistas pintavam um rebanho de renas, ou outros animais. No Paleolítico Superior já retrata apenas a primeira rena ou outro animal.As outras renas serão representadas pelos seus chifres e patas.
Chegamos ao Neolítico, onde as grandes modificações da Pré-História ocorrerão, em diversas áreas. Mais especificamente nas Artes, verificamos que a pintura e a escultura quase desaparecem. Os objetos são feitos de pedras, mais difíceis de esculpir. Durante este período surgem monumentos arquitetônicos, construídos com grandes blocos de pedra, conhecidos como monumentos megalíticos. Dizem que os gregos atribuíram tais construções a uma raça de seres gigantes que teriam habitado a Terra em épocas muito remotas.Alguns escritores, como Eric von Däniken, autor de obras como "Eram os deuses astronautas?", é um deles. As afirmações de Däniken são fortes, corajosas: nosso planeta foi e ainda é visitado por seres extraterrestres. Seriam estes visitantes, segundo ele, os responsáveis de fato pelos monumentos e construções gigantescas encontradas até hoje. Se Däniken tem razão ou não, só o futuro dirá. Mas temos que concordar que, até o presente momento, historicamente falando, não podemos explicar como aqueles homens primitivos, sem nenhuma ferramenta ou aparelhagem moderna, puderam ser capazes de erguer aquelas construções.Muitas são conhecidas como "dolmens", uma espécie de "mesas" ou "altares" de pedra. Existem também "menhires" e "cromlecs".
ResponderExcluirEsses monumentos megalíticos são encontrados em várias regiões do planeta. Nas margens do lago Titicaca existem alguns cuja antiguidade não se pode avaliar, mas é provável que seja de uma civilização americana contemporânea das mais antigas asiáticas. Em Tihaguanaco existem também ruínas antiquíssimas. No sul do Estado de Nevada foram descobertas as ruínas de uma cidade pré-histórica, cuja antiguidade parece remontar a uns três mil anos antes de Cristo. Foi chamada "Povoação Grande de Nevada" e como a "Povoação Bonita", descoberta no Novo México, esta cidade parece formada sobre um único e imenso edifício, capaz de abrigar de 1.200 a 1.500 habitantes. Ambas povoações pertencem à chamada Civilização "Pré-Colombiana".O místico templo de Stonehenge, as terríveis "sentinelas" megalíticas de Carnac, a montanha sagrada taoista de Tai Shan, o austero santuário de Externsteine, a espetacular Cúpula da Rocha, os Moais, enigmáticos colossos de pedra na Ilha da Páscoa, Sacsayhuamán e Machu Picchu, no Peru, seriam apenas expressões do profundo sentimento sagrado dos nossos antepassados? Ou existem outras explicações? "Há mais coisas entre os céus e a terra que supõe nossa filosofia", já escreveu Shakespeare.
ResponderExcluirPara completar nosso início de "viagem" pela História, saímos do período Neolítico direto para a Idade dos Metais. primeiramente o Homem descobre o cobre, muito abundante em várias regiões do planeta Terra, e um dos metais mais fáceis de serem trabalhados. A descoberta do fogo, bem anterior, teria sido providencial para que ele entendesse que tal metal poderia ser moldado e assim começa a fabricar utensílios mais diversos: armas, adornos, etc.Como o cobre era/é pouco resistente, o ser humano descobriu que, ao misturá-lo com outros metais conseguiria uma resistência maior. Uma "liga" com o estanho gerou o bronze.Depois de muito tempo descobriu o ferro, metal mais resistente ainda, portanto, mais difícil de ser trabalhado. Segundo os estudiosos e historiadores, nem todos os povos conheceram os metais nesta ordem cronológica. Alguns conheceram e utilizavam o ferro antes de se utilizarem do bronze, por exemplo. Mas o mais importante: a Humanidade estava preparada para um grande passo na sua caminhada para a evolução: a descoberta da Linguagem Escrita e o início dos tempos históricos e da civilização! também não foi - como ainda não é - harmônico tal desenvolvimento da Humanidade. Enquanto no Egito e Mesopotânia as pessoas já usavam os metais e a escrita, possuindo civilizações incrivelmente desenvolvida, os habitantes do sul da Europa viviam ainda na Pré-História. Em pleno século XXI ainda existem povos que desconhecem a escrita, o que os colocaria tecnicamente na Pré-História. Mas isto, isto é outra história...
ResponderExcluirAS ARTES NA IDADE ANTIGA
ResponderExcluirEntre as civilizações formadoras da História Ocidental temos dois ramos distintos:
As Civilizações Orientais, tendo o Egito, a Mesopotâmia, a Fenícia, a Palestina, a Pérsia e outras.
As Civilizações Clássicas: a Grécia e Roma.
IDADE ANTIGA ORIENTAL
No chamado Oriente Médio magníficas civilizações estabeleceram-se e se desenvolveram graças à existência de rios. Desta forma, na região entre os rios Eufrates e Tigre, que os gregos denominaram Mesopotâmia (“Terra entre rios”), surgiram os povos: Assírios, Sumerianos, Caldeus; no Vale do Rio Nilo, desenvolveram-se os Egípcios; e, numa estreita faixa de terra entre as montanhas do Líbano e o Mar mediterrâneo, os Fenícios, mais dedicados à navegação e ao comércio.
O Egito
ResponderExcluirO Egito, em seus primórdios, era dividido em 33 nomos (distritos ou províncias), que possuíam cada qual uma unidade administrativa, política e religiosa. Bem mais adiante no tempo, as províncias uniram-se e formaram-se dois Reinos: um ao Norte, também conhecido por Baixo Egito ou Reino do Norte; outro aos Sul, chamado também de Alto Egito ou Reino do Sul. Somente com o faraó Menés, aproximadamente pelo ano de 3.200 a.C., os dois reinos foram unificados, dando-se início à história política do Egito com suas 26 dinastias.
Foi com o faraó Djoser e seu primeiro ministro, Iemhotep, que se iniciaram as construções em pedra que até atualmente deslumbram os visitantes ao Egito e atestam a grandiosidade e o inacreditável grau de desenvolvimento dessa civilização que viveu a milhares de anos atrás. Iemhotep construiu para seu faraó um palácio onde pela primeira vez se usou colunas. Dizem que era tão grande, tão formidável a construção, que teria inspirado os escritos sobre o labirinto de Creta. Também Iemhotep teria sido o projetista da primeira pirâmide escalonada (com degraus), construída na região de Sakara.
ResponderExcluirAs maiores pirâmides do Egito só foram construídas durante a dinastia quarta: Quefrem, Queóps e Miquerinos, na região de Gizeh, próxima ao Cairo, atual capital egípcia. A famosa Esfinge de Gizeh, que representaria o faraó Quefrem, conforme alguns autores, também se encontra nesta região, dominando a entrada do vale.
O legado cultural egípcio é extraordinário. Nenhuma outra civilização antiga nos deixou tamanha herança cultural que esse povo. As magníficas construções conhecidas como pirâmides, por exemplo, até hoje não podem ser explicadas. Levando-se em conta que as pedras utilizadas não estavam disponíveis naquela região e seu transporte para o local evidentemente foi algo incomum, posto que eram pesadíssimas, já bastaria para criar o mistério. Mas há muito mais envolvendo as pirâmides egípcias. Vários escritores e estudiosos famosos, como Erich Von Däniken, têm debatido sobre o assunto. Uma corrente crê que as pirâmides foram construídas por visitantes espaciais, com sua tecnologia avançada. Cremos que tal mistério não será revelado tão cedo...
ResponderExcluirAs pirâmides tinham por certo um propósito. A maioria dos escritores afirma que eram túmulos gigantes e serviam para guardar os corpos e os tesouros de seus faraós, considerados deuses, e que um dia retornariam à vida. Eis que surge a arte de embalsamar, com profissionais designados só para isso. Cada cidade tinha seus embalsamadores. Outros escritores lançam a teoria de que, na realidade, as pirâmides são centrais de energia e de comunicação criadas com tecnologia extraterrestre com inúmeras finalidades.
Os templos egípcios de Karnak e Luxor, hoje em ruínas, ao longo do Vale do Nilo, são outro exemplo da fantástica arquitetura egípcia.
ResponderExcluirMais do que as suas incríveis construções, os egípcios se destacaram na matemática, na astronomia, na medicina, na indústria de tecidos, de metais preciosos e não- preciosos, do vidro, do papel – através do papiro (planta do vale do Nilo, que também serve para se fazer cordas, esteiras, sandálias e outras utilidades). Teriam sido também os criadores do calendário solar, que foi aperfeiçoado depois. As suas pinturas e esculturas, com rostos humanos e corpos de animais ou rosto de animais em corpos humanos, são algo à parte, e envolve religião, política, sociedade, entre outras peculiaridades.
A sua escrita também é objeto de estudo profundo, pois se divide em vários tipos de uso, conforme o material empregado. Havia a escrita hieroglífica, que talvez tenha sido a primeira a ser usada (desde 4.000 a.C.), era gravada e sagrada. Usavam-na nas inscrições dos túmulos e templos. Havia a escrita hierática, usada nos papiros, com sinais simplificados e abreviados, normalmente destinada aos sacerdotes. Uma terceira escrita surgiu depois, a escrita demótica, originariamente conhecida como epistolográfica, bem mais simples e rápida, era uma forma cursiva dos hieróglifos, usada na redação das cartas.
ResponderExcluirInteressante observar que os hieróglifos, inicialmente, eram ideográficos (representações por ideogramas, sinais que reproduzem objetos concretos; sistema de sinais) e pictográficos (representações por desenhos, ícones, bastante simplificados dos objetos reais). Com o passar do tempo, surge a escrita fonética, que era silábica, evoluindo depois para uma fase alfabética, com ênfase nas consoantes. Infelizmente os egípcios eram muito conservadores, principalmente sua classe clerical, e o alfabeto não vingou entre eles. Há uma corrente de pesquisadores, sobretudo linguistas, que sugere que os “criadores” do alfabeto, os fenícios, teriam se apropriado do alfabeto egípcio, mais ou menos mil e quatrocentos anos depois. Como eram viajantes e comerciantes natos, espalharam-no entre os povos com quem mantiveram contato. Outra corrente de estudiosos credita o alfabeto aos egeus. Fica o mistério no ar: quem afinal criou o alfabeto, afinal: os fenícios, os egeus ou os egípcios?
ResponderExcluirPara concluir, ao menos por enquanto, o assunto Egípcios e a Escrita, vale lembrar da famosa “Pedra de Rosetta”, um pedaço de pedra em basalto, que foi encontrada em Rosetta (atual Rashid, pequena cidade localizada no delta do Nilo, a leste da Alexandria (Egito), pertencente à região de Al Buhayrah), em julho de 1799, pelo então oficial-engenheiro Bouchard, que acompanhava a expedição de Napoleão Bonaparte ao Egito.
ResponderExcluirCoube inicialmente (1802) ao diplomata sueco Akerblad, e posteriormente (1814) ao doutor e físico inglês Thomas Young, as primeiras análises do bloco de pedra. Somente com o jovem francês Jean-François Champollion, professor de História da Universidade de Grenoble, que empreendeu longo tempo (1821 a 1822) e parte de sua vida em tal decifração, que hoje temos conhecimento do real significado dos enigmáticos caracteres de Rosetta. A pedra ficou muito bem conservada por causa do clima seco do Egito. Mais tarde foi parar no British Museum, em Londres.
SINOPSES DA LITERATURA MUNDIAL – VOLUME 1
ResponderExcluirSINOPSES NACIONAIS
1.À BEIRA DO CORPO. Walmir Ayala. Numa pequena cidade do interior gaúcho, um homem mata sua mulher para manter a “honra”. Uma abordagem das convenções sociais e da força das paixões. Denso e intimista. 112 páginas.
2.*A COLUNA PRESTES. Nelson Werneck Sodré. Documento histórico! Tudo sobre a marcha dos tenentes contra o monopólio do poder exercido pelos latifundiários, comandada por Luís Carlos Prestes, que percorreu o Brasil de 1924 a 1927. um dos momentos decisivos do ciclo de mudanças que se encerra em 1930, com a queda da chamada República Velha. 120 páginas.
3.A CONDOLÊNCIA. Márcio Souza. Através do publicitário Miguel, surge uma diabólica trama política que se espalha por Paris e pelo Rio de Janeiro. O retrato satírico de uma realidade delirante: as contradições imensas de um Brasil dividido. 308 páginas.
4.A DESCOBERTA DA AMÉRICA PELOS TURCOS. Jorge Amado. Divertido, sensual e arrojado: o último romance do mestre baiano. Um retrato da deslumbrante região cacaueira da Bahia, com seus bordéis, seus “turcos” galantes, suas moçoilas assanhadas, as mais apimentadas fofocas e aventuras românticas, na época em que os “turcos” migraram para o Brasil. Prêmio Jabuti de ficção: um dos três melhores livros de 1994, segundo a Câmara Brasileira do Livro. Ilustrado. 172 páginas.
5. A ESCRAVA ISAURA. Bernardo Guimarães. Emocione-se com a obra que deu origem a um dos maiores sucessos da TV brasileira. Estamos nos primeiros anos do reinado de Pedro II. O Brasil vive os horrores da escravidão. Enquanto isso, a bela Isaura sofre perseguições de Leôncio, seu cruel senhor. Ela consegue fugir para o Recife, onde se apaixona por Álvaro, um moço de bom coração. Mas uma denúncia pode por tudo a perder. Uma história terna e cativante. 198 páginas.
6.A ESTRELA SOBE. Marques Rebelo. A luta de uma moça do subúrbio carioca para tornar-se estrela de rádio, no Rio de Janeiro dos anos 30. Formato: 12,5 x 21,1 cm. 182 páginas.
OBS.: Estou recolocando este texto do original, pois simplesmente apagou/apagaram! Desculpem o embaraço!