quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

MACHADO DE ASSIS, o maior escritor brasileiro

                                 MACHADO  DE  ASSIS
Machado de Assis 

Escritor fluminense é considerado o maior nome da literatura brasileira. 
Joaquim Maria Machado de Assis (21/6/1839 - 29/9/1908) nasce na cidade do Rio de Janeiro em família pobre. Passa a infância no morro do Livramento e, órfão de mãe, é criado pela madrasta. Freqüenta o curso primário em uma escola pública e aprende francês e latim com um padre amigo da família. Trabalha como aprendiz de tipógrafo, revisor e funcionário público. Aos 16 anos publica o primeiro poema, Ela, na revista Marmota Fluminense. A partir de 1858 colabora em órgãos de imprensa. Chegou a fazer carreira, sendo nomeado oficial-de-gabinete de ministro e diretor de órgão público.
Machado de Assis (na 1ªfila,2ºda esq.p/direita) em uma de suas poucas reuniões, após  a morte da esposa.
É um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, em 1896, e, no ano seguinte, torna-se seu primeiro presidente vitalício. Sua obra de romancista costuma ser dividida em duas fases. A primeira é marcada pela presença de características românticas na apresentação dos personagens. Desse período são Ressurreição (1872), seu livro de estréia, A Mão e a Luva (1874), Helena (1876) e Iaiá Garcia (1878). À segunda fase pertencem Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881), Quincas Borba (1892), Dom Casmurro (1900) e Memorial de Aires (1908). 

Nessas obras transparece o interesse pela análise psicológica dos personagens, uma característica do movimento realista. Entre seus contos se destacam Missa do Galo, O Espelho e O Alienista. Escreve ainda poemas, crônicas, peças de teatro, críticas teatrais e literárias.
 Morre de câncer em sua cidade natal, causando forte comoção nacional. recebeu honras fúnebres de Chefe de Esatado. Várias homenagens lhe foram prestadas, tanto em vida como pós-mortis.
Seus livros continuam a ser republicados e a procura nas livrarias e editoras é algo de fantástico. Um sem fim de atividades culturais e educacionais tem ocupado os mais diversificados espaços: peças teatrais, filmes, histórias em quadrinhos, exposições, congressos, seminários, palestras, simpósios, trabalhos de conclusão acadêmica, teses de pós-graduação, mestrado e doutorado, que até hoje invadem as universidades brasileiras e estrangeiras, também; livros e mais livros continuam sendo lançados, falando da vida e obra, sua fortuna crítica, e peculiaridades que envolvem seu nome e sua vida em geral. 

O Alienista em versão quadrinizada
livros-bienal
Dom Casmurro, filme 
O Enfermeiro, espetáculo teatral


Maria Fernanda grava-Dom Casmurro
 
     Reginaldo Farias em Memórias Póstumas de Brás Cubas, filme  


No dizer de Monteiro Lobato, "Machado de Assis é o único imortal sem aspas", referindo-se à situação do fundador da Academia Brasileira de Letras.
Machado de Assis, negro, pobre, órfão de mãe, criado pela madrasta, gago, epilético, tornaría-se o maior escritor brasileiro de todos os tempos.


Camilo Castelo Branco, o grande escritor português

Camilo Castelo Branco, gravura de Francisco Pastor
Camilo Ferreira Botelho Castelo Branco (Lisboa, 16 de Março de 1825 — São Miguel de Seide, 1 de Junho de 1890) foi um escritor português. Camilo foi romancista português, além de cronista, crítico, dramaturgo, historiador, poeta e tradutor.
Teve uma vida atribulada que lhe serviu muitas vezes de inspiração para as suas novelas. Foi o primeiro escritor de língua portuguesa a viver exclusivamente dos seus escritos literários. Apesar de ter de escrever para um público, sujeitando-se assim aos ditames da moda, conseguiu ter uma escrita muito original.
Biografia
Camilo Castelo Branco teve uma vida atribulada, passional e impulsiva. Uma vida tipicamente romântica.
Camilo Castelo Branco, primeiro visconde de Correia Botelho, nasceu em Lisboa, no Largo do Carmo, a 16 de Março de 1825.
De uma família da aristocracia de província, era filho de Manuel Joaquim Botelho Castelo Branco, nascido na casa dos Correia Botelho em 1778, que teve uma vida errante entre Vila Real, Viseu e Lisboa, tomando-se de amores por Jacinta Rosa do Espírito Santo Ferreira, com quem não casou, mas de quem teve os seus dois filhos. Camilo foi assim perfilhado por seu pai em 1829, como "filho de mãe incógnita".
Foi órfão de mãe quando tinha um ano de idade e de pai aos dez anos, o que lhe criou um carácter de eterno insatisfeito com a vida. Estando órfão, foi recebido por uma tia de Vila Real, e depois por uma irmã mais velha, Carolina Rita Botelho Castelo Branco, em Vilarinho de Samardã, em 1839, recebendo uma educação irregular através de dois padres de província.
Na sua adolescência formou-se lendo os clássicos portugueses e latinos, literatura eclesiástica e em contacto com a vida ao ar livre transmontana.
Com apenas dezasseis anos (1841), Camilo casa com Joaquina Pereira de França e instala-se em Friúme (Ribeira de Pena). O casamento precoce parece ter sido resultado de uma mera paixão juvenil, não tendo resistido muito tempo. No ano seguinte prepara-se para ingressar na Universidade, indo estudar com o Padre Manuel da Lixa, em Granja Velha.
O seu carácter instável, irrequieto e irreverente leva-o a amores tumultuosos (Patrícia Emília, a freira Isabel Cândida).
Ainda a viver com Patrícia Emília de Barros, Camilo publicou n'O Nacional, correspondências contra José Cabral Teixeira de Morais, governador civil. Devido a esta desavença é espancado pelo «Olhos-de-Boi», capanga do governador. As suas irreverentes correspondências jornalísticas valeram-lhe, em 1848, nova agressão a cargo de Caçadores 3. Camilo abandona Patrícia nesse mesmo ano, fugindo para casa da irmã, residente agora em Covas do Douro.
Camilo tenta então o curso de Medicina no Porto que não conclui, optando depois por Direito. A partir de 1848 faz uma vida de boêmia repleta de paixões, repartindo o seu tempo entre os cafés e os salões burgueses, dedicando-se entretanto ao jornalismo.
Apaixona-se por Ana Plácido, e quando esta se casa, tem, de 1850 a 1852, uma crise de misticismo, chegando a frequentar o seminário que depois abandona. Ana Plácido tornara-se mulher de um negociante de seu nome, Pinheiro Alves, um brasileiro que o inspira como personagem em algumas das suas novelas, muitas vezes com carácter depreciativo. Seduz e rapta Ana Plácido e, depois de algum tempo a monte, são capturados pelas autoridades e depois julgados. Naquela época o caso emocionou a opinião pública pelo seu conteúdo tipicamente romântico do amor contrariado, que se ergue à revelia das convenções e imposições sociais. Presos na cadeia da relação do Porto, escreveu Memórias do Cárcere, tendo conhecido o famoso delinquente Zé do Telhado. Depois de absolvidos do crime de adultério, Camilo e Ana Plácido passam a viver juntos, contando ele trinta e oito anos de idade.
Entretanto, Ana Plácido tem um filho, teoricamente do seu antigo marido, ao que se somam mais dois de Camilo. Com uma família tão numerosa para sustentar Camilo vai escrever a um ritmo alucinante.
Quando o ex-marido de Ana Plácido falece em 1863, o casal vai viver para a sua casa, em  São Miguel de Seide.
Em 
1870 vai viver para Vila do Conde motivado por problemas de saúde, aí se mantendo até 1871. Foi em Vila do Conde que escreveu a peça de teatro "O Condenado", bem como inúmeros poemas, crónicas, artigos de opinião e traduções. A peça "O Condenado" é representada no Porto em 1871. Outras obras de Camilo estão associadas a Vila do Conde. Na obra "A Filha do Arcediago", relata a passagem de uma noite do Arcediago com um exército numa estalagem, conhecida pela Estalagem das Pulgas. Essa estalagem pertencera outrora ao Mosteiro de São Simão da Junqueira, e situa-se no lugar Casal de Pedro, freguesia da Junqueira. Camilo dedicou ainda o romance "A Engeitada” a um ilustre vilacondense seu conhecido, o Dr. Manuel Costa.

Camilo Castelo Branco vinha regularmente à Póvoa de Varzim entre 1873 e 1890, perdendo-se no jogo e escrevendo parte da sua obra no antigo Hotel Luso-Brazileiro junto do Largo do Café Chinês. Camilo reunia-se com personalidades de notoriedade intelectual e social, como o pai de Eça de Queirós, José Maria d'Almeida Teixeira de Queirós, magistrado e par do reino, o poeta e dramaturgo poveiro Francisco Gomes de AmorimAlmeida GarrettAlexandre HerculanoAntónio Feliciano de Castilho, entre outros. Sempre que vinha à Póvoa, convivia regularmente com o Visconde de Azevedo no Solar dos Carneiros.
Francisco Peixoto Bourbon conta que Camilo, na Póvoa, "tendo andado metido com uma bailarina espanhola, cheia de salero, e tendo gasto, com a manutenção da diva, mais do que permitiam as suas posses, acabou por recorrer ao jogo na esperança de multiplicar o anémico pecúlio e acabou, como é de regra, por tudo perder e haver contraído uma dívida de jogo, que então se chamava uma dívida de honra." A 17 de Setembro de 1877, Camilo viu morrer na Póvoa o seu filho predilecto Manuel Plácido, do primeiro casamento com Ana Plácido, de 19 anos, que foi sepultado no cemitério do Largo das Dores.
Camilo era conhecido pelo mau feitio. Na Póvoa mostrou outro lado. António Cabral nas páginas d'«O Primeiro de Janeiro» de 3 de Junho de 1890, conta: "No mesmo hotel em que estava Camilo, achava-se um medíocre pintor espanhol, que perdera no jogo da roleta o dinheiro que levava. Havia três semanas que o pintor não pagava a conta do hotel, e a dona, uma tal Ernestina, ex-atriz, pouco satisfeita com o procedimento do hóspede, escolheu um dia a hora do jantar para o despedir, explicando ali, sem nenhum género de reservas, o motivo que a obrigava a proceder assim. Camilo ouviu o mandado de despejo, brutalmente dirigido ao pintor. Quando a inflexível hospedeira acabou de falar, levantou-se, no meio dos outros hóspedes, e disse: - a D. Ernestina é injusta. Eu trouxe do Porto cem mil réis que me mandaram entregar a esse senhor e ainda não o tinha feito por esquecimento. Desempenho-me agora da minha missão. E puxando por cem mil réis em notas entregou-as ao pintor. O Espanhol, surpreendido com aquela intervenção que estava longe de esperar, não achou uma palavra para responder. Duas lágrimas, porém, lhe deslizaram silenciosas pela faces, como única demonstração de reconhecimento".
Em 1885 é-lhe concedido o título de visconde de Correia Botelho e posteriormente, a 9 de Março de 1888 casa-se finalmente com Ana Plácido.
Camilo passa os últimos anos da sua vida ao lado de Ana Plácido, não encontrando a estabilidade emocional por que ansiava. As dificuldades financeiras, e os filhos dão-lhe enormes preocupações: considera Nuno irresponsável e Jorge sofre de uma doença mental.
A progressiva e crescente cegueira (causada pela sífilis), impede Camilo de ler e de trabalhar capazmente, o que o mergulha num enorme desespero.
Camilo Castelo Branco, depois da consulta a um oftalmologista que lhe confirmara a gravidade do seu estado, em desespero desfere um tiro de revólver na têmpora direita, às 15h15 de 1 de Junho de 1890, acabando por morrer às 17h00 desse mesmo dia.
Residiu também em Vila do Conde.
Pseudônimos
Entre 1851 e 1890, e durante quase 40 anos, escreveu mais de duzentas e sessenta obras, com a média superior a 6 por ano, redigidas à pena, logo sem qualquer ajuda mecânica. Prolífico e fecundo escritor deixa obras de referencia na literatura lusitana.
Apesar de toda essa fecundidade, Camilo Ferreira Botelho Castelo Branco, não permitiu que a intensa produção prejudicasse a sua beleza idiomática ou mesmo a dimensão do seu vernáculo, transformando-o numa das maiores expressões artísticas e a sua figura num mestre da língua portuguesa. De entre os vários romances, deixou um legado enorme de textos inéditos, comédias, folhetins, poesiasensaiosprefácios, traduções e cartas – tudo com assinatura própria ou os menos conhecidos pseudônimos tais como:
§  Manoel Coco
§  Saragoçano
§  A.E.I.O.U.Y
§  Árqui-Zero
§  Anastácio das Lombrigas[1]
Camilo: Realismo ou Romantismo?
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Terá sido Camilo Castelo BrancoRealista ou Romântico? A sua obra é predominantemente romântica isso parece incontestável, no entanto não o é totalmente.
Camilo gostaria de se situar acima das escolas literárias. No entanto os modelos clássicos vão ter sempre peso na sua produção literária, mas, também se deixa impressionar pela literatura misteriosa e macabra de Ann Radcliffe. Foi imensamente influenciado por Almeida Garrett, no entanto a fidelidade à linguagem e aos costumes populares ao cheiro do torrão (como aponta Jacinto do Prado Coelho) vão permanecer como uma das suas maiores qualidades. A Crítica tem apontado que se por um lado Camilo nos enredos das suas novelas, com as suas peripécias mais ou menos rocambolescas, está claramente numa filiação romântica por outro lado nas explicações psicológicas, na maneira como analisa os sentimentos e ações das personagens, pelas justificações e explicações dos acontecimentos, pela crítica a determinado tipo de educação, não pode ser considerado simplesmente como romântico.
Jacinto do Prado Coelho considera-o “ideologicamente flutuante, Camilo mantém-se um narrador de histórias românticas ou romanescas com lances empolgantes e situações humanas comoventes” e também diz que “O romantismo de Camilo é um romantismo em boa parte dominado, contido, classicizado”, e que há ao “lado do seu alto idealismo romântico a viril contenção da prosa, um bom-senso ligado às tradições e a certo cânones clássicos, um realismo sui generis, de vocação pessoal que parece na razão direta da autenticidade do seu romantismo.
Eça de Queiroz publica a primeira versão de O Crime do Padre Amaro, já depois da sua exposição nas Conferências do Casino acerca do Realismo como nova expressão da arte. Isso faz com que Camilo, de certa maneira sentindo-se a perder terreno para o único prosador que lhe podia ser rival, envereda em duas novelas Eusébio Macário e A Brasileira de Prazins por tentar ser mais realista. E o que é que é mais extremado que o Realismo? O Naturalismo. O resultado é de um certo efeito cômico porque Camilo, com a sua maneira de escrever particular, não se contém e acaba por fazer uma paródia do Naturalismo.
No prefácio de Eusébio Macário, Camilo afirma que não tentou ridicularizar a escola Realista, e alega que: “tenho sido realista sem o saber. Nada me impede de continuar”, e ainda que “Eu não conhecia Zola; foi uma pessoa da minha família que me fez compreender a escola com duas palavras: “É a tua velha escola com uma adjetivação de casta estrangeira, e uma profusão de ciência (...) Além disso tens de pôr a fisiologia onde os românticos punham a sentimentalidade: derivar a moral das bossas, e subordinar à fatalidade o que, pelos velhos processos, se imputava à educação e à responsabilidade” compreendi e achei eu, há vinte e cinco anos, já assim pensava, quando Balzac tinha em mim o mais inábil dos discípulos.”
Portanto: Camilo tenta apanhar o comboio da nova escola Realista, e fá-lo de uma maneira que não é isenta de chacota.
Temas recorrentes em Camilo
§  a bastardia
§  a orfandade
§  os direitos do coração por oposição às convenções sociais
§  as relações familiares
§  o sentido metafísico de raiz cristão
Principais Obras
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§  Anátema (1851)
§  Um Homem de Brios (1856)
§  O Sarcófago de Inês (1856)
§  Lágrimas Abençoadas (1857) (eBook)
§  Cenas da Foz (1857) (eBook)
§  Carlota Ângela (1858) (eBook)
§  Vingança (1858)
§  O Que Fazem Mulheres (1858) (eBook)
§  O Morgado de Fafe em Lisboa (Teatro, 1861)
§  O Romance de um Homem Rico (1861)
§  As Três Irmãs (1862)
§  Memórias do Carcere (1862)
§  Coisas Espantosas (1862)
§  Estrelas Funestas (1862) (eBook)
§  Cenas Contemporâneas (1862) (eBook)
§  Anos de Prosa (1863) (eBook)
§  A Gratidão (incluído no volume Anos de Prosa) (eBook)
§  O Arrependimento (incluído no volume Anos de Prosa) (eBook)
§  Aventuras de Basílio Fernandes Enxertado (1863)
§  O Bem e o Mal (1863)
§  Estrelas Propícias (1863) (eBook)
§  Memórias de Guilherme do Amaral (1863)
§  Agulha em Palheiro (1863) (eBook)
§  A Filha do Doutor Negro (1864)
§  Vinte Horas de Liteira (1864)
§  O Esqueleto (1865)
§  A Sereia (1865)
§  A Enjeitada (1866)
§  O Judeu (1866)
§  O Olho de Vidro (1866) (eBook)
§  O Santo da Montanha (1866)
§  A Bruxa do Monte Córdova (1867)
§  A doida do Candal (1867)
§  Os Mistérios de Fafe (1868)
§  Os Brilhantes do Brasileiro (1869)
§  A Mulher Fatal (1870)
§  Livro de Consolação (1872) (eBook)
§  A Infanta Capelista (1872) (conhecem-se apenas 3 exemplares deste romance porque D.Pedro II, imperador do Brasil, pediu a Camilo para não o publicar, uma vez que versava sobre um familiar da Família Real Portuguesa e da Família Imperial Brasileira)
§  O Carrasco de Victor Hugo José Alves (1872) (eBook)
§  O Regicida (1874) (eBook)
§  A Filha do Regicida (1875)
§  A Caveira da Mártir (1876)
§  Novelas do Minho (1875-1877) (eBook)
§  Eusébio Macário (1879)
§  A Corja (1880)
§  A senhora Rattazzi (1880) (eBook)
§  O Assassino de Macario (eBook)
§  D. Antonio Alves Martins: bispo de Vizeu (eBook)
§  Folhas Caídas (eBook)
§  O General Carlos Ribeiro (eBook)
§  Luiz de Camões (eBook)
§  Sá de Miranda (eBook)
§  Salve, Rei! (eBook)
§  Suicida (eBook)
§  O vinho do Porto (eBook)
§  Voltareis ó Cristo? (eBook)
§  Theatro comico: A Morgadinha de Val d'Amores; Entre a flauta e a Viola (eBook)
§  A espada de Alexandre (eBook)
§  O Condemnado: drama / Como os anjos se vingam: drama (eBook)
Ver também
Referências
Bibliografia
§  Achega para uma bibliografia das bibliografias Camilianas, Lisboa, Biblioteca Nacional, 1990, 33 p.
§  CABRAL (ALEXANDRE) - Dicionário de Camilo Castelo Branco, Editora Caminho, Lisboa, 1989.
§  CABRAL (ANTÓNIO) - Camilo de perfil (1914); Camillo desconhecido (1918) e As polémicas de Camilo (1925).
§  Camilo C. Branco? - Catálogo da preciosa Livraria do eminente escriptor Camillo Castelo Branco, ..., Mattos Moreira & Cardosos, Lisboa, 1883, 4-80 p.
§  IN MEMORIAM DE CAMILLO - Edição de Ventura Abrantes, Lisboa, 1925
§  LIMA CALHEIROS (JOSÉ PEDRO DE) - Catálogo das obras de Camilo Castelo Branco, Visconde de Correa Botelho, Porto, 1889, e Additamento e continuação das obras de Camillo Castelo Branco, Porto, 1890.
§  MARQUES (HENRIQUE) - Bibliographia Camiliana, 1ª parte, Lisboa, 1894.
§  MARQUES (HENRIQUE) - As tiragens especiaes da obra de Camillo, in A Revista, Porto, 1903-1904.
§  MOTA (JOÃO XAVIER DA) - Camilleana. Colecção das obras de Camillo Castello Branco, Rio de Janeiro, 1891.(eBook)
§  NEVES (ÁLVARO) - Camillo Castello Branco - Notas à margem em vários livros da sua biblioteca recolhidas por ..., Lisboa, 1916, 161 p.
§  NEVES (ÁLVARO) - Estudos Camillianos - Bibliographia e Bibliotheconomia, Lisboa, 1917, 16 p.
§  PIMENTEL (ALBERTO) - O romance de romancista (1890) e Os amores de Camillo (1899).
§  SANTOS (MANOEL DOS) - Revista Bibliografica Camiliana, Lisboa, 1916, III vols.
§  SANTOS (JOSÉ DOS) - Descrição bibliográfica da mais importante e valiosa Camiliana que até hoje tem aparecido à venda no mercado compreendendo tôdas as obras originais, traduzidas ou prefaciadas por Camilo Castelo Branco tanto em suas primeiras como em subsequentes edições, Lisboa, 1939.
Ligações externas
 *FONTE: WIKIPÉDIA, a Enciclopédia Livre. 
**Algumas palavras e/ou expressões, tipicamente portuguesas, foram substituídas por brasileiras, para devida compreensão de nossos alunos e amigos em geral, não tão habituados com aquelas.